Vida e Luta

D. Marcelo, em palestra sobre a PJMP, quando do 5º Encontro lnter-Regional do Nordeste, realizado em Juazeiro-BA, em Janeiro de 82, diz:

"A Caminhada da Pastoral de Juventude, após sofrer um longo e sofrido período, levou-nos, num certo momento, a um passo decisivo: a distinção dos vários meios sociais a que pertencem os jovens. Essa pedagogia se apresentava como absolutamente necessária para que a fé do jovem fosse atuante, eficaz e não ficasse reduzida a um discurso genérico e abstrato, sem conseqüência na luta histórica".

Ao lado disso, ainda em continuação a sua palestra ele justifica a proposta da PJMP, a partir de duas considerações importantes:

  • "A primeira consideração é de ordem bíblica, vem das fontes de nossa fé. É a consideração; de que os pobres são os destinatários privilegiados da evangelização" (Cf. Lc 4, 16 e ss).
  • “A outra consideração parte de uma constatação objetiva, é de ordem de análise social.

Os bispos de Medellín e Puebla lançam mão desta análise da realidade dos nossos países do continente latino-americano... O clamor sobe dos pobres se torna cada vez mais surdo e ameaçador... Esta situação desumana constitui um escândalo e está em desacordo com o plano de Deus.

Assim, a PJMP se torna uma proposta que por si só é inevitável, aparecendo, portanto, como uma resposta à caminhada que se fez no decorrer desses anos.

Numa reunião da comissão de articulação do bloco Nordeste, realizada em Fortaleza, em setembro de 1984, aquele grupo apresentava a seguinte reflexão sobre a PJMP, para posterior aprofundamento nos regionais, dioceses e grupos:

a) O que é a PJMP?

É formada pelos grupos de jovens cristãos, pobres da cidade e do campo, que são organizados entre eles. Esses grupos organizados se reconhecem como um setor da Pastoral da Igreja, como membros da classe oprimida e, como tentativa de ser fermento de evangelização, conscientização e ação no meio dos jovens, tendo para isso objetivos, metodologia e organização próprios.

b) Objetivos:

  1. Levar os jovens do meio popular, da cidade e do campo, a assumirem um compromisso de transformação da sociedade, a partir de sua classe e animados pela fé em Jesus Cristo.
  2. Ser um espaço de formação e reflexão da vida e da prática dos jovens do meio popular, a partir do meio em que vivem ou atuam (escola, trabalho, bairro, sindicato, partido político, etc).
  3. Desenvolver uma espiritualidade que liberte, descobrindo e revelando o rosto de Jesus Cristo presente na história e na vida.

c) Metodologia:

Uso do método VER-JULGAR-AGlR acrescido de outros elementos: PLANEJAR-AVALIAR-CELEBRAR-FESTEJAR.

            I) VER:

* a nossa origem, nossa identidade de classe, nossa realidade, a partir da ótica de nossa classe, no mergulho do conhecimento e análise das causas e conseqüências geradoras dessa realidade;

* estar atento a todos os aspectos da vida dos jovens (família, sexo, namoro, escola, trabalho...)

            II) JULGAR:

* a partir dos acontecimentos históricos e de nossa fé crista, no confronto com a Palavra de Deus e com os documentos da Igreja, além do auxílio das ciências sociais.

            III) AGlR:

* Engajamento nas lutas populares, nos órgãos de classe, no momento em que adquirem consciência crítica ante a realidade que vive e tenha aprofundado sua identidade de classe.

* Ações Libertadoras que transformem a realidade e atinjam e mobilizem a massa jovem, fazendo o possível para priorizar uma atuação mais efetiva no meio juvenil.

            IV) PLANEJAR:

* o planejamento na PJMP tem surgido como um elemento de reconhecido valor em sua prática, tanto a nível dos grupos quanto de coordenações. Traçar as linhas de ação significa colocar um certo ritmo no trabalho, do contrário cai-se numa prática sem objetivos, dispersiva.

            V) AVALIAR:

* a partir da utilização dialética do método VER-JULGAR-AGIR, faz-se necessário a revisão de prática ou como preferimos chamar a avaliação. Ela ajuda a perceber e reconhecer as falhas cometidas no trabalho, mas também permite avançar no sentido de superá-las,

            VI) CELEBRAR:

* a vida, a ação, a vitória, como também a derrota, dentro de uma liturgia que expresse a maneira própria de ser dos jovens pobres.

            VII) FESTEJAR:

* tem sido uma constante na prática da PJMP. Passa-se do relacionamento estritamente pastoral para uma relação mais humana, mais fraterna. E aí é comum o festejo das vitórias alcançadas pelo grupo.

d) Meios:

Podemos destacar alguns pontos principais:

1. Educação a partir da ação - Procura-se tirar liçõoes positivas e negativas daquilo que se realiza, com o objetivo de levar o grupo/participantes a um crescimento qualitativo. Os meios são utilizados de acordo com as etapas de formação, quais sejam:

• Processo de iniciação e conscientização - Começa no momento em que o jovem entra no grupo até ele ir despertando para a real idade do mundo. Aqui se tenta dar um acompanhamento mais de perto aos jovens, no sentido de permitir que este atinja o estagio de uma visão critica do mundo, da Igreja (incluindo a PJ), possibilitando as condições para um engajamento dentro da igreja e fora dela: Conselho de Moradores, Sindicatos, Movimento Estudantil, Partidos Políticos...

• Processo de militância - "A militância implica num forte compromisso libertador e transformador da real idade, a partir do que a fé nos inspira na pratica pastoral". A militância se desenvolve em dois níveis; um dentro da Igreja "a fim de que ela seja um instrumento de serviço e transformação na sociedade para que seja justa e fraterna, na perspectiva do reino". O outro nível se dá fora da Igreja nos organismos intermediários de transformação da sociedade: Sindicatos, Associações de Moradores, Movimento Estudantil e Partidos Políticos... Para atender essa crescente faixa dentro da PJMP tem se criado equipes de militantes onde iluminados pela fé em Jesus Cristo, auxiliados pela Teologia da Libertação, bem como das ciências sociais, tenta-se avaliar a atuação no meio em que cada um se encontra.

2. Alguns meios concretos

• Importância da Pesquisa;

• Subsídios, cartilhas, slides, jornais;

• Grupos de estudo;

• Acompanhamento individual;

• Encontros de formação para animadores adultos e para jovens.

e) Organização:

No que diz respeito à organização na PJMP encontramo-la em dois níveis, tanto nos grupos do meio urbano, como nos do meio rural.

1. Uma organização interna, que acontece no interior dos grupos. Aqui os grupos fazem o seu planejamento, dividem as tarefas, revezam a coordenação das reuniões, elegem seus representantes para participarem de encontros fora. Há um verdadeiro exercício para que o poder se torne cada vez mais serviço e participação.

2. O 2º nível acontece em nível externo, contribuindo para que os grupos não se fechem em si mesmos. É lógico que, nem todos os grupos participam desse nível de organização ou porque não sabem de sua existência ou porque ainda se encontram voltados para dentro de si.

A articulação da PJMP acontece nas seguintes instâncias:

  • Bairro
  • Paróquia
  • Área - setor – zonal
  • Diocese - equipe composta de jovens representantes dos setores, áreas, zonais e um assessor adulto.
  • Regional - equipe composta de representantes jovens de cada diocese e um assessor adulto.
  • lnter-Regional - equipe composta por 2 jovens de cada regional e um assessor adulto.
  • Nacional - tentativa de articulação com outras experiências de PJMP existentes a nível nacional (leste, centro-oeste e extremo-oeste).

É interessante mencionar que alem dessa articulação existente através dessas equipes ou através de contatos com outros blocos são realizados encontros periódicos ate em nível de bloco, que alem de servir para trocas de experiências, revisão e aprofundamento dos passos dados na caminhada, tem a, função de respaldar a articulação realizada pelas comissões existentes para esse fim.

Outro aspecto a considerarmos e o crescente avanço dos jovens no sentido de assumirem a sua própria caminhada. Os jovens já não se sentem tão dependentes dos adultos, eles mesmos entendem e se mostram responsáveis pela construção de sua história na Igreja e no mundo. Por outro lado, não se pode negar a contribuição valiosa dos animadores adultos que se colocam a serviço da PJMP. Tem havido uma constante busca de uma caminhada conjunta dentro de um clima de respeito mútuo e interesses comuns.

Os jovens compreendem a necessidade da presença dos adultos como apoio, incentivo, assessoria e os adultos, por sua vez, tentam refazer suas atitudes autoritárias para melhor poder servir aos jovens. Trata-se, antes de tudo, de uma conversão mútua - jovens e adultos - para o efetivo crescimento do trabalho na PJMP. Mesmo assim ainda é expressiva a quantidade daqueles animadores que não descobriram o seu papel dentro da PJMP. Muitos de lês sentem-se como que donos dos jovens ou do grupo, atrapalhando o crescimento natural dos jovens.

Ainda com relação à organização, gostaríamos de ressaltar o intercâmbio da PJMP com outros setores da pastoral popular/movimentos de leigos. No tocante a isto, vale lembrar o engajamento dos jovens nas CEBs, sobretudo no meio rural e nos eventos de caráter religioso ou reivindicatórios promovidos por setores da pastoral orgânica.

f) Limites:

A PJMP, em sua prática, revela três aspectos que consideramos deficientes;

1. Uma pedagogia para o trabalho com a massa dos jovens do meio popular dispersa, que ajude no despertar da consciência de sua força histórica.

Na intenção de superar este limite, as atividades desenvolvidas nas dioceses no Ano Internacional da Juventude têm privilegiado este aspecto. As Assembléias, as concentrações, os festivais de música. Concursos de poesias são exemplos concretos deste esforço.

2. O outro se refere à descoberta de uma metodologia eficaz para o trabalho com o crescente quadro de militantes.

Tem se intensificado a discussão sobre militância nas Comissões Diocesanas e Regionais, bem como incentivado a formação de equipes de militantes.

3. O último refere-se a necessidade de uma revisão profunda da metodologia utilizada no processo de iniciação.

Constata-se que na maioria dos grupos jovens este momento não está diretamente voltado para a militância, mas para a sustentação da estrutura dos grupos de jovens. O tema: "ETAPAS DE FORMAÇÃO NA PJMP" do próximo Encontro Inter-Regional (janeiro/86) tem o objetivo de aprofundar a questão aqui levantada.

Num primeiro momento da caminhada da PJMP, o difícil foi sustentar a proposta por meios sociais, lerdo em vista a reação contraria por parte de muitos agentes de pastoral (leigos, padres e bispos). Defender uma pastoral por meios sociais seria mergulhar no extremo de uma pastoral excludente. Mas a caminhada foi avançando e a PJMP foi se impondo como alternativa viável para atender aos jovens do meio popular do campo e da cidade, gerando, por outro lado, a necessidade da hierarquia refletir sobre como atender aos outros jovens que não se situam neste meio, proporcionam do para tanto meios e recursos.

A PJMP, de uns tempos para cá, tem dado passos significativos, seja no amadurecimento da sua proposta e objetivos, seja na pratica efetiva de aperfeiçoar-se para melhor atender aos jovens. Dai é crescente o apelo de se favorecer dentro da PJMP espaço para acompanhamento dos jovens que atuam nos meios específicos (bairro, escola, trabalho, meio rural). À medida que vai crescendo a faixa de militantes nesses meios surge a necessidade de um articulação própria para esse fim.

O meio rural aparece como um forte desafio è ação pastoral da PJMP. Os jovens do campo pertencem, na sua maioria, ao meio popular. São jovens agricultores ou filhos de agricultores, são bóias-frias, analfabetos e semi-analfabetos. A necessidade de uma organização própria assumida por eles se impõe como alternativa eficaz para fortificar a sua luta por uma participação efetiva na sociedade.

Assim, a PJMP nasce decorrente de um apelo em melhor atender às necessidades dos jovens do meio rural, onde o uso de uma metodologia própria possibilite uma fortaleza para eles e para a PJMP como um todo.

Podemos afirmar com toda certeza que é com grande vivacidade que os jovens do campo estão se organizando, em várias dioceses dos 4 regionais do Nordeste. Em alguns desses regionais já foram realizados encontros específicos no intuito de articular as experiências existentes nas dioceses. A PJMP não é mais um sonho, mas uma real idade concreta e viva e que nos traz muita esperança.

O 4º Encontro Nacional - realizado em Brasília, em novembro de 1983, trouxe uma reconhecida contribuição para a caminhada da PJ no Brasil. Deste encontro saíram algumas propostas de prioridade com vistas a uma ampla discussão em âmbito nacional e que serviriam de base para o 5° encontro nacional marcado para 84 (dezembro).

As propostas apresentadas foram reunidas em três prioridades que colocaremos a seguir, conforme ordem votada no encontro:

1ª Prioridade - Fortalecer a PJ por classes sociais o que em termos concretos significa:

• Fortalecer a articulação da PJMP em todos os níveis;

• Incentivar os que não são do meio popular a criarem suas próprias organizações;

• Desenvolver a consciência de classe na PJ

Das três prioridades podemos afirmar, com toda certeza, esta gozou de maior atenção nas discussões que se desenrolaram nos regionais de todo o país.

2ª Prioridade - Formação integral e metodologia.

• Desenvolver um processo de iniciação/ conscientização e militância;

• Desenvolver um processo de formação como exigência da ação;

• Levar em conta a necessidade de uma metodologia global;

• Formar assessores para a PJ;

• Atingir a massa jovem;

• Promover trocas de experiências com jovens de outras religiões;

• Ajudar os jovens a amadurecerem em todas as dimensões de sua vida;

• Ajudar os jovens a celebrarem sua vida na fé.

3ª Prioridade - Articulação - Organização e Coordenação.

• Organizar e articular a PJ em todos os níveis (diocese, regional e nacional) garantindo o caráter democrático nas instâncias da PJ;

• Organizar uma estrutura financeira para a PJ.

A título de constatação, vale dizer que as discussões dessas prioridades apenas conseguiram chegar ao nível das equipes diocesanas. É inegável, porém, que muito contribuíram essas conclusões para abrirem novas perspectivas dentro da PJ.

Desse encontro saiu a comissão nacional provisória composta por um jovem de cada bloco:

• 1 representante por pastoral específica;

• 1 representante da JOC;

• O Assessor Nacional, Pe. Jorge Boran e o D. Sinésio Bohn, bispo responsável, na CNBB, pelo Setor Juventude, com as funções de encaminhar o documento do 4° Encontro Nacional e preparar o 5° Encontro Nacional.

5º Encontro Nacional

O 5º Encontro Nacional realizado em Goiânia (GO), de 02 a 07 de dezembro de 1984, contou com a participação de 14 regionais e de representantes de experiências significativas: PU, PJE, PJCM (Pastoral de Juventude de Classe Média), PJMR (Pastoral de Juventude do Meio Rural - Rio Grande do Sul), JOC e uma representante do Instituto de Pastoral de Juventude (IPJ) - Porto Alegre (RS).

OBJETIVOS PRINCIPAIS

  • Discutir e avaliar a articulação nacional;
  • O fortalecimento das articulações regionais e entrosamento com as pastorais específicas;
  • Abrir um espaço de articulação c discussão da PJ no Brasil, a partir das prioridades definidas no IV° Encontro e ver até que ponto, estas correspondem às necessidades dos regionais.

Em se tratando de apontarmos as linhas mestras da reflexão do encontro, gostaríamos de enfocar dois pontos:

1. A 1ª prioridade do 4º Encontro Nacional da Pastoral de Juventude (fortalecer a PJ por classes sociais) gozou de uma atenção maior por parte dos participantes do Encontro. As discussões giraram em torno da preocupação de não se organizar a PJ de forma que venha a excluir uma categoria de jovens, isto é, privilegiando exclusivamente os jovens do meio popular, deixando os jovens da classe média e burguesa fora da atuação da PJ. Uma leitura pausada do documento "Alguns Aspectos da PJ no Brasil" facilitará a compreensão desta questão aqui exposta.

2. Uma viva preocupação com a crescente faixa de militantes que vem surgindo dentro da PJ, tanto na definição do que significa militância quanto na descoberta de pistas concretas para atender eficazmente este grupo significativo.

A propósito, como fruto das conclusões deste encontro saiu um documento intitulado "Alguns Aspectos da PJ no Brasil”, já citado anteriormente, encaminhado para discussões e aprofundamento nas diversas instâncias da Pastoral de Juventude.

O documento acima referido destaca que em termos de PJ no Brasil, possuímos 3 modos de organização, quais sejam:

1. PJ genérica

Este 1° modo de organização caracteriza-se:

a) Por uma atitude espiritualista, isto é, uma falsa espiritualidade que não leva em conta a dimensão social da fé;

b) Por um aspecto festivo, que leva os participantes a terem reações emocionais superficiais e a viverem uma conversão individual sem compromisso;

c) Por atitudes e ações assistencialistas de ajuda "aos pobres";

d) Desconhece o conflito de classes sociais, juntando jovens de classe média com jovens pobres.

2. 2° modo de organização

O que caracteriza esta maneira de organizar é que o processo de iniciação vai levando os jovens a descobrirem sua missão cristã nos meios específicos. Tanto no processo de iniciação como nas coordenações, a PJ não é organizada por classes sociais.

3. 3° modo de organização

O terceiro modo de organizar a PJ acrescenta um novo elemento; a necessidade de uma organização em separado dos jovens do meio popular, e demais classes sociais como resposta ao conflito de classes existentes na sociedade. Esta separação facilita uma pedagogia mais adequada para cada classe social.

Esta proposta procura evitar o perigo da dependência por parte dos jovens pobres em relação aos jovens de nível superior de estudo e de vida, que possam bloquear o surgimento de lideranças populares, sobretudo quando não há consciência de ambas as partes.

Diversos outros aspectos são enfocados no documento conclusivo do 5° Encontro Nacional, contudo não colocaremos aqui, haja vista, aconselharmos um contato direto com o documento para um estudo mais detalhado, se possível até em grupo. A riqueza do documento poderia sofrer deficiências numa tentativa de síntese de nossa parte.

Levando para o campo das questões práticas podemos destacar as que consideramos de maior importância para e caminhada da PJ em âmbito nacional, quais sejam:

  • a criação da Comissão Nacional de Assessores para ajudar o Pe. Jorge Boran na reflexão da caminhada da PJ Nacional;
  • a criação de uma nova Comissão Nacional de PJ com 2 representantes por bloco e um representante por pastoral específica, além do Assessor Nacional e o Bispo responsável - Dom Sinésio Bohn.

CONCLUSÃO

Para concluirmos nossa reflexão lançaremos mão da curta, mas expressiva colocação feita no documento "Alguns Aspectos da Pastoral de Juventude no Brasil":

"A caminhada da PJ no Brasil é uma realidade muito dinâmica, fonte de uma grande esperança. Cada vez mais, a Pastoral está nas mãos dos jovens que, a seu lado, encontram assessores sempre mais comprometidos com sua caminhada.

A palavra libertadora de Jesus motiva e ilumina o engajamento de numerosos jovens que participam da construção de um mundo novo, ‘para que todos tenham vida’.

'Juventude; construindo uma nova sociedade' (lema escolhido no 5° Encontro Nacional para o Ano Internacional da Juventude) é o lema de uma pastoral que quer ser fiel ao chamado de Jesus Cristo.”

Extraído da Cartilha Vida e Luta da Pastoral de Juventude no Brasi, Pe. Antônio Maria Gueri, Recife - PEl